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No Palácio da Pena

Atualizado: Out 9


Visitar o Palácio da Pena (nas fotos acima) é como entrar um palácio decorativo, típicos dos livros da literatura fantástica. O palácio foi construído no Século XIX.

Assim que o turista chega ao Palácio (que antes abrigava um convento), é preciso encarar uma longa ladeira. Para quem não quiser o esforço, é possível pegar um ônibus pago, mas confortável.

A chegada ao local é marcada por um hall imponente, típico dos reis de outrora, com direito a um gigantesco brasão - para quem se interessar é de D.Fernando II de Portugal. Lá dentro, a visita se assemelha a um lindo palácio, com direito a visita à capela, a um jardim de inverno lindo no centro da construção, com vista para todos os andares (abaixo). Há ainda uma bela cozinha com itens cenográficos.

Mas não espere luxo: o Palácio, embora bonito e único, não está rodeado de jóias e ouros. Há quem diga que o Palácio retrate, de certa forma, a decadência da monarquia. Os aposentos eram bem confortáveis - e cheios de móveis. Na visita, vale a pena ir ao terraço, que reserva uma magnífica vista do local. Há ainda coisas curiosas como o Salão Nobre, com armaduras de guerreiros, e a sala dos Veados, com chifres de veados espalhados pelas paredes (acima).

Por fora do Palácio, quem se interessar pode aproveitar a estrutura que o parque oferece. Uma dica é fazer um charmoso passeio de charrete (carriage tours). A brincadeira é fazer o mesmo trajeto que D.Fernando II e a Condessa d'Edla faziam pelo parque da Pena. Com 85 hectares, há no parque a Gruta do Monge, a Estátua do Guerreiro, o Templo das Colunas (mirante com vista para o palácio), entre outras atrações. Quem sabe o casal não vira rei e rainha? Também há um terraço para um lanchinho. Imperdível, não?

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